Link para driver novo – Processo Judicial Eletrônico (PJE)

No artigo que escrevi sobre configuração do PJE no Ubuntu 18.04 e no Debian 9, um usuário do Ubuntu postou um link para um novo driver que, supostamente, funciona de pronto.

Ocorre que o site ao qual o endereço leva não está carregando e, como eu já havia baixado o driver, resolvi disponibiliza-lo aqui.

Não testei esse driver porque já tinha o PJE funcionando em meus computadores. Se alguém resolver testar, favor postar aqui o resultado.

Segue o link:

https://www.dropbox.com/s/nchgf2thly51ssk/sac10.0_linux.zip?dl=0

Use o driver por sua conta e risco porque, como eu disse, não o testei.

Recomendo a leitura do artigo sobre PJE que publiquei e os respectivos comentários.

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Tive a oportunidade de testar hoje e não funcionou no Ubuntu 18.04. O meu tutorial funcionou novamente, mas tive que instalar o pacote da observação que coloquei no início dele.

Gerenciando PPAs graficamente

Quem usa Ubuntu ou derivados dele, como o Linux Mint, pode gerenciar PPAs graficamente. Quem nos lembra disso é o companheiro de VOL “izaias”, que publicou a dica abaixo:

– Removendo PPAs graficamente no Ubuntu

Outra forma de fazer isso é utilizar um programa que se pode buscar num PPA. Trata-se do “Y PPA Manager”, cujas funções e instalação vêm bem descritas em outro link:

Como instalar Y PPA Manager 2014.04.17-1 no Ubuntu 14.04 e Linux Mint 16

Siga os links e divirta-se.

O Xubuntu 14.04 nos notes e nets AMD C50 e C60

A plataforma “Fusion” da AMD (C50 e C60) é bastante comum em netbooks e notebooks de entrada, pois tem bom desempenho com Windows 7 graças à GPU integrada. No Linux, no entanto, ela sofre com o Ubuntu e Unity, assim como com o Linux Mint, esteja o último rodando o Cinnamon ou o Mate.

Sendo proprietário de um netbook Asus com um AMD C60 e usuário de Linux de longa data, já testei várias distros e ambientes nele, e nunca tinha tido um desempenho que se comparasse ao obtido com o Windows 7 Home Premium que também roda nele. Mas com o novo Xubuntu 14.04, isso mudou, pois o desempenho é bem superior ao do Windows.

Fica então a dica: instale o Xubuntu 14.04 no seu note ou net AMD C50 ou C60.

Fazer chroot no Ubuntu

Esta é uma excelente opção para consertar besteiras: usar um Live CD para fazer um chroot para o seu Ubuntu instalado no HD. Assim você vai trabalhar no Ubuntu instalado e poderá consertar o que eu mesmo tive que consertar outro dia (por erro, removi todos os kernels do meu Ubuntu).

Primeiro, dê boot pelo Live CD (pode ser qualquer um, do Ubuntu ou de outra distro que também rode “live”, mas que permita o uso de um terminal como root) e conecte-se à internet (se você vai precisar instalar qualquer coisa, vai precisar da conexão).

Agora abra um terminal e vamos ao primeiro passo:

mkdir /mnt/ubuntu

Agora você precisa saber onde estão as partições do seu Ubuntu. No meu caso, raiz (/) em /dev/sda2 e usuário (/home) em /dev/sda7.  Portanto:

sudo su (a partir daqui, todos os comandos serão do root)
mount /dev/sda2 /mnt/ubuntu
mount /dev/sda7 /mnt/ubuntu/home

Agora vamos deixar a internet ativa também no Ubuntu instalado:

cp -L /etc/resolv.conf /mnt/ubuntu/etc/resolv.conf

E montar alguns diretórios essenciais:

mount --bind /proc /mnt/ubuntu/proc
mount --bind /dev /mnt/ubuntu/dev
mount --bind /sys /mnt/ubuntu/sys

Agora, o chroot:

chroot /mnt/ubuntu /bin/bash

E você estará rodando o Ubuntu instalado no terminal, podendo resolver uma série de problemas.

Em tempo, caso você não tenha certeza de quais partições o Ubuntu instalado utiliza, poderá usar o comando:

sudo fdisk -l /dev/sda

Atualizando para o novo LTS

Como eu já disse aqui, o Ubuntu 14.04 já é beta.

Por conta disso, resolvi atualizar meu netbook que rodava o Ubuntu 13.10 pelo update-manager, a ferramenta gráfica criada pela equipe do Ubuntu para essa tarefa.

O primeiro passo está aqui:

atualiza-terminal

Após a abertura do programa de atualização virá a sequência de telas que segue:

atualiza1

atualiza2

atualiza3

atualiza4

atualiza5

atualiza6

Após a “limpeza”, o sistema será reiniciado e você terá seu novo Ubuntu disponível para uso.

Algumas observações:

1) ao atualizar a libc6, você receberá uma mensagem pedindo para reiniciar alguns serviços. Clique no botão marcado como “forward” para continuar;

2) o download de pacotes foi de cerca de 800 MB, o que, para mim, são alguns minutos. Se a sua conexão à internet é lenta, melhor fazer o processo durante a noite ou baixar a ISO e atualizar por ela (inserir o CD/DVD com a ISO gravada lhe dará a opção de atualizar, mas acho que se a imagem for apenas montada pelo terminal ou por um programa – o “Acetone ISO” está disponível nos repositórios – a opção de atualizar também será oferecida);

3) sempre baixe a ISO se precisar atualizar/instalar em mais de um computador.

 

Novo Ubuntu LTS chega a “beta”

Em 27 de março corrente, ontem, o Trusty Tahr ou Ubuntu 14-04-LTS chegou a seu primeiro e último “beta” e deve ser lançado oficialmente em 26 de abril próximo.

O novo Ubuntu traz várias novidades em relação ao Unity, melhorando a usabilidade e a confiabilidade desse DE. Essas novidades são objeto de descrições mais ou menos apuradas em diversos sítios que acompanharam todo o desenvolvimento da versão em questão.

O que me levou a escrever aqui, no entanto, não são as novidades ou melhorias, mais o curioso fato de que o novo LTS será suportado pelo mesmo prazo faltante ao suporte do anterior. Sim, pois o 12.04 conta com cinco (5) anos de suporte, e foi lançado há cerca de dois anos. O 14.04 vai contar com três (3) anos de suporte, e vai ser lançado agora.

Então, caros companheiros de Ubuntu, teremos duas versões LTS para escolher até 2017.

O ranking que engana (errata)

Esqueci de mencionar mais uma versão do Ubuntu que está no ranking do DW. o Ubuntu GNOME, antes chamado de Ubuntu Gnome Remix.

A soma correta, então, inclui Ubuntu + Lubuntu + Xubuntu + Ubuntu GNOME + Kubuntu + Ubuntu Studio + Ubuntu Kylin.

O Mint é um só e o Ubuntu se divide nas sete distros citadas e mais uma oitava, o Edubuntu (Ubuntu educacional), que está fora do ranking e fora da soma.

Interessa que todas as sete citadas estão no ranking das cem primeiras. Vejam, pela mesma ordem de antes, as posições e os pontos: 1919 (Ubuntu, 2º colocado) + 628 (Lubuntu, 16º colocado] + 508 (Xubuntu, 21º colocado) + 491 (Ubuntu GNOME, 25º colocado) + 452 (Kubuntu, 27º colocado) + 266 (Ubuntu Studio, 51º colocado) + 182 (Ubuntu Kylin, 81º colocado). E a soma total: 1919 + 628 + 508 + 491 + 452 + 266 + 182 = 4446.

O Ubuntu, ou a “Família Ubuntu“, soma 4446 hits, ganhando do Mint, que soma 3629.

O ranking que engana

Na verdade o ranking em questão não engana, mas não mostra o que realmente acontece.

Trata-se do famoso ranking do Distrowatch, que mostra o interesse que uma determinada distribuição Linux (uma distro, como costumamos chamá-las), despertou num determinado período de tempo.

O resultado de cada distro refere-se ao número de cliques, ou hits, na respectiva página explicativa, contida também no Distrowatch.

Bem analisado o citado ranking, a conclusão é de que o Ubuntu continua na frente, senão vejamos.

Somando Ubuntu + Lubuntu + Xubuntu + Kubuntu + Ubuntu Studio + Ubuntu Kylin ou toda a “Família Ubuntu”,  chegamos a 3955 hits, sendo que o Mint, que sabidamente usa sempre o mesmo nome, seja qual for o DE utilizado, conta com 3629 hits.

O Mint é um só e o Ubuntu se divide nas seis distros citadas, todas elas no ranking das cem primeiras. Vejam, pela mesma ordem de antes, as posições e os pontos: 1919 (Ubuntu, 2º colocado) + 628 (Lubuntu, 16º colocado] + 508 (Xubuntu, 21º colocado) + 452 (Kubuntu, 27º colocado) + 266 (Ubuntu Studio, 51º colocado) + 182 (Ubuntu Kylin, 81º colocado). E a soma total: 1919 + 628 + 508 + 452 + 266 + 182 = 3955.