Fazer chroot no Ubuntu

Esta é uma excelente opção para consertar besteiras: usar um Live CD para fazer um chroot para o seu Ubuntu instalado no HD. Assim você vai trabalhar no Ubuntu instalado e poderá consertar o que eu mesmo tive que consertar outro dia (por erro, removi todos os kernels do meu Ubuntu).

Primeiro, dê boot pelo Live CD (pode ser qualquer um, do Ubuntu ou de outra distro que também rode “live”, mas que permita o uso de um terminal como root) e conecte-se à internet (se você vai precisar instalar qualquer coisa, vai precisar da conexão).

Agora abra um terminal e vamos ao primeiro passo:

mkdir /mnt/ubuntu

Agora você precisa saber onde estão as partições do seu Ubuntu. No meu caso, raiz (/) em /dev/sda2 e usuário (/home) em /dev/sda7.  Portanto:

sudo su (a partir daqui, todos os comandos serão do root)
mount /dev/sda2 /mnt/ubuntu
mount /dev/sda7 /mnt/ubuntu/home

Agora vamos deixar a internet ativa também no Ubuntu instalado:

cp -L /etc/resolv.conf /mnt/ubuntu/etc/resolv.conf

E montar alguns diretórios essenciais:

mount --bind /proc /mnt/ubuntu/proc
mount --bind /dev /mnt/ubuntu/dev
mount --bind /sys /mnt/ubuntu/sys

Agora, o chroot:

chroot /mnt/ubuntu /bin/bash

E você estará rodando o Ubuntu instalado no terminal, podendo resolver uma série de problemas.

Em tempo, caso você não tenha certeza de quais partições o Ubuntu instalado utiliza, poderá usar o comando:

sudo fdisk -l /dev/sda

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Atualizando para o novo LTS

Como eu já disse aqui, o Ubuntu 14.04 já é beta.

Por conta disso, resolvi atualizar meu netbook que rodava o Ubuntu 13.10 pelo update-manager, a ferramenta gráfica criada pela equipe do Ubuntu para essa tarefa.

O primeiro passo está aqui:

atualiza-terminal

Após a abertura do programa de atualização virá a sequência de telas que segue:

atualiza1

atualiza2

atualiza3

atualiza4

atualiza5

atualiza6

Após a “limpeza”, o sistema será reiniciado e você terá seu novo Ubuntu disponível para uso.

Algumas observações:

1) ao atualizar a libc6, você receberá uma mensagem pedindo para reiniciar alguns serviços. Clique no botão marcado como “forward” para continuar;

2) o download de pacotes foi de cerca de 800 MB, o que, para mim, são alguns minutos. Se a sua conexão à internet é lenta, melhor fazer o processo durante a noite ou baixar a ISO e atualizar por ela (inserir o CD/DVD com a ISO gravada lhe dará a opção de atualizar, mas acho que se a imagem for apenas montada pelo terminal ou por um programa – o “Acetone ISO” está disponível nos repositórios – a opção de atualizar também será oferecida);

3) sempre baixe a ISO se precisar atualizar/instalar em mais de um computador.

 

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Novo Ubuntu LTS chega a “beta”

Em 27 de março corrente, ontem, o Trusty Tahr ou Ubuntu 14-04-LTS chegou a seu primeiro e último “beta” e deve ser lançado oficialmente em 26 de abril próximo.

O novo Ubuntu traz várias novidades em relação ao Unity, melhorando a usabilidade e a confiabilidade desse DE. Essas novidades são objeto de descrições mais ou menos apuradas em diversos sítios que acompanharam todo o desenvolvimento da versão em questão.

O que me levou a escrever aqui, no entanto, não são as novidades ou melhorias, mais o curioso fato de que o novo LTS será suportado pelo mesmo prazo faltante ao suporte do anterior. Sim, pois o 12.04 conta com cinco (5) anos de suporte, e foi lançado há cerca de dois anos. O 14.04 vai contar com três (3) anos de suporte, e vai ser lançado agora.

Então, caros companheiros de Ubuntu, teremos duas versões LTS para escolher até 2017.

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Estou voltando…

Andei meio longe do blogue nestes últimos meses, mas devo retomar os posts em breve.

O engraçado é que o número de acessos tem se mantido na média histórica deste espaço, mesmo sem muitas novidades publicadas.

Obrigado aos que visitaram, que presumo sejam “novos fregueses” na maior parte.

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O ranking que engana (errata)

Esqueci de mencionar mais uma versão do Ubuntu que está no ranking do DW. o Ubuntu GNOME, antes chamado de Ubuntu Gnome Remix.

A soma correta, então, inclui Ubuntu + Lubuntu + Xubuntu + Ubuntu GNOME + Kubuntu + Ubuntu Studio + Ubuntu Kylin.

O Mint é um só e o Ubuntu se divide nas sete distros citadas e mais uma oitava, o Edubuntu (Ubuntu educacional), que está fora do ranking e fora da soma.

Interessa que todas as sete citadas estão no ranking das cem primeiras. Vejam, pela mesma ordem de antes, as posições e os pontos: 1919 (Ubuntu, 2º colocado) + 628 (Lubuntu, 16º colocado] + 508 (Xubuntu, 21º colocado) + 491 (Ubuntu GNOME, 25º colocado) + 452 (Kubuntu, 27º colocado) + 266 (Ubuntu Studio, 51º colocado) + 182 (Ubuntu Kylin, 81º colocado). E a soma total: 1919 + 628 + 508 + 491 + 452 + 266 + 182 = 4446.

O Ubuntu, ou a “Família Ubuntu“, soma 4446 hits, ganhando do Mint, que soma 3629.

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O ranking que engana

Na verdade o ranking em questão não engana, mas não mostra o que realmente acontece.

Trata-se do famoso ranking do Distrowatch, que mostra o interesse que uma determinada distribuição Linux (uma distro, como costumamos chamá-las), despertou num determinado período de tempo.

O resultado de cada distro refere-se ao número de cliques, ou hits, na respectiva página explicativa, contida também no Distrowatch.

Bem analisado o citado ranking, a conclusão é de que o Ubuntu continua na frente, senão vejamos.

Somando Ubuntu + Lubuntu + Xubuntu + Kubuntu + Ubuntu Studio + Ubuntu Kylin ou toda a “Família Ubuntu”,  chegamos a 3955 hits, sendo que o Mint, que sabidamente usa sempre o mesmo nome, seja qual for o DE utilizado, conta com 3629 hits.

O Mint é um só e o Ubuntu se divide nas seis distros citadas, todas elas no ranking das cem primeiras. Vejam, pela mesma ordem de antes, as posições e os pontos: 1919 (Ubuntu, 2º colocado) + 628 (Lubuntu, 16º colocado] + 508 (Xubuntu, 21º colocado) + 452 (Kubuntu, 27º colocado) + 266 (Ubuntu Studio, 51º colocado) + 182 (Ubuntu Kylin, 81º colocado). E a soma total: 1919 + 628 + 508 + 452 + 266 + 182 = 3955.

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A redenção da LG: Nexus 4

Aproveitando uma liquidação na internet, comprei um Nexus 4, que é fabricado pela LG “para o Google”.

Que diferença para o meu “furtado” LG L7. O desempenho, que no L7 era modestíssimo, agora sobra no Nexus 4. E sobra muito, sobretudo após a atualização para o Android 4.4, a última versão disponível.

Fica a dica para quem não fizer questão do 4G (nem o 3G foi totalmente implantado): Nexus 4, com preço pequeno e desempenho enorme.

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