Tap-to-Click no X (Fedora 20)

Você não consegue usar o tap-to-click (“cliques por toque” no touchpad) no GDM do seu Fedora 20?

Saiba que é possível configurar tal função diretamente no X, assim:

a) crie um arquivo em “/etc/X11/xorg.conf.d” chamado “00-tap-to-click.conf” (sem aspas, obviamente);

b) cole em “00-tap-to-click.conf” o seguinte conteúdo:

Section "InputClass"
Identifier "tap-by-default"
MatchIsTouchpad "on"
Option "TapButton1" "1"
EndSection

c) salve, feche e reinicie o computador.

Pronto! O GDM do Fedora 20 já estará aceitando seus cliques por toque no touchpad.

OBS.: esta mesma dica foi publicada para o Fedora 15 no VOL. As alterações são mínimas desde então e ela ainda é útil, “cinco versões” depois de publicada.

Fedora Utils: mais uma opção

A postagem anterior foi sobre o easyLife; esta é sobre outra opção de programa para configurar facilmente o Fedora 20.

O nome é o do título: Fedora Utils. O autor é Satyajit Sahoo, que presumo seja indiano.

A instalação pode ser feita com o seguinte comando:

su -c "curl http://satya164.github.io/fedorautils/fedorautils-installer -o fedorautils-installer && chmod +x fedorautils-installer && ./fedorautils-installer"

Copie e cole a linha acima (é uma só) no seu terminal e forneça a senha de root quando pedida.

Mais informações sobre o Fedora Utils podem ser encontradas abaixo:

http://satya164.github.io/fedorautils/

EasyLife para o Fedora 20

O duli, meu colega de profissão (ele também é advogado), já lançou o “arruma-tudo” para o Fedora 20, o conhecido e muito requisitado easyLife.

Para que ele serve? Serve para instalar codecs, java, flash-plugin, configurar o sudo e muito, muito mais. E tudo isso simplesmente marcando as opções numa lista.

Ouso dizer que, com o easyLife, o Fedora passa a ser uma distribuição muito fácil de configurar, podendo ser utilizado por quem sabe pouco ou mesmo quase nada de Linux.

Visitem a página do projeto para baixar o RPM do easyLife, que pode ser instalado com um duplo-clique (simples assim).

http://easylifeproject.org/

A primeira dica para o Fedora 20

Eu já disse que o Fedora 20 procura os codecs para o usuário, mas me esqueci de dizer que ele não vai encontrá-los sem o repositório rpmfusion habilitado.

Portanto, abra aí no seu Fedora 20 um terminal e rode os comandos necessários à instalação do rpmfusion, assim:

su -c 'yum localinstall --nogpgcheck http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-20.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-20.noarch.rpm'

A senha do root será pedida, obviamente, e, após a instalação, que deve ser bem rápida, basta tentar rodar seus arquivos de mídia que os codecs serão encontrados e instalados.

Fedora 20 lançado

E baixado e testado em modo live, utilizando um pendrive de 4 GB “criado” com o UnetBootIn.

O teste inicial ocorreu com bastante sucesso, posso dizer. O sistema está muito mais leve e econômico em recursos como processamento e memória, chegando a rodar com desenvoltura mesmo em modo live.

Como sempre, o Fedora traz o Gnome 3 em sua última versão (no caso do Heisenbug, codinome do Fedora 20, trata-se do Gnome Shell 3.10.2.1) e com poucas alterações.

Assim como é tradição no Slackware não mexer muito no KDE, no Fedora não se mexe no Gnome, que chega quase puro ao usuário. Como diferenças, temos o uso do Firefox no lugar do Epiphany (ou, agora, Web), e do  “robusto” LibreOffice no lugar do Gnome Office, que, convenhamos, é mais um quebra-galho do que um verdadeiro pacote office.

Outra tradição, a de não utilizar software com problemas de patente na distro padrão, foi mantida. Nada de Adobe Flash ou de codecs proprietários, o que significa dizer que nem mesmo uma música em MP3 será executada sem que antes o próprio sistema lhe ofereça a opção de buscar e instalar o codec faltante.

Para nosso conforto, a opção de buscar codecs também aparece quando se tenta executar um vídeo pelo Totem.

Resumindo, o Fedora 20 saiu-se muito bem no teste live e deve melhorar seu desempenho estando devidamente alojado no HD do usuário. E como pretendo instalá-lo em pelo menos uma das minhas máquinas (um notebook é o principal candidato), devo voltar aqui com mais informações sobre ele.

Apenas mais uma informação: post escrito e enviado pelo Fedora 20, rodando em modo live.

RHEL 7 virá com o Gnome 3

Quem não sabe o que é o RHEL, eu explico: trata-se do Red Hat Enterpise Linux, ou seja, da distribuição comercial da Red Hat, a gigante do Linux.

A Red Hat é a úncia empresa que consegue um faturamento bilionário vendendo Linux para outras grandes empresas, e para isso oferece um ciclo de suporte de pelo menos oito anos por versão de seu sistema operacional.

Isso quer dizer, a uma, que cai a última grande resistência ao Gnome 3 (a penúltima caiu com o Debian 7) ; a duas, que você ainda vai poder usar Gnome 2 no RHEL 6, cujo prazo de suporte está longe de acabar.