Virtualização para usuários domésticos

A virtualização é assim definida pela Wikipédia:

“Em computação, virtualização é a simulação de uma plataforma de hardware, sistema operacional, dispositivo de armazenamento ou recursos de rede.”

Uma “máquina virtual” — virtual machine ou simplesmente VM, em inglês — é um “computador de mentirinha”, que, por força de um programa especializado, roda em outro computador para “enganar” tanto o sistema operacional quanto as aplicações que rodam sob ele.

Usando a virtualização eu posso rodar Windows no meu Linux, Linux no meu Windows, ou mesmo rodar tanto Linux quanto Windows no meu OS-X.

Bom, e qual o motivo de tanta conversa sobre virtualização?

Simples! Quero que você se anime a experimentar o Linux “dentro” do seu Windows.

Eu já produzi dois textos sobre esta ideia (Linux dentro do Windows), que, apesar de parecer bastante complicada, é simples. Basicamente, você terá que baixar um dos programas gratuitos de virtualização, VMWare Player e VirtualBox, instalá-lo no seu Windows, criar uma VM pelo próprio programa e então instalar nela uma distribuição Linux.

Meus textos, já citados, estão nos links abaixo, e devem servir como ponto de partida para quem se dispuser a enfrentar o desafio de virtualizar o Linux. As informações faltantes, assim como quase tudo hoje em dia, podem ser encontradas usando o Google.

Pacote “mkvtoolnix” no Fedora 19

Se você usa o Fedora 19 e tem o mkvtoolnix instalado, remova-o antes de atualizar sua instalação.

Faça a remoção porque a nova versão (6.4.1) juntou num só pacote que antes vinha em dois (mkvtoolnix + mkvtoolnix-gui), e, por conta disso, você terá erros de dependência.

Portanto, faça:

su -
yum remove mkvtoolnix
yum update
yum install mkvtoolnix

Para quem ainda não sabe, o Fedora 19 já conta com o KDE 4.11 e o Kernel 3.11.

“Oxygen Transparent” empacotado em .deb

Pacote para 64 bits, apenas, compilado por mim.

Serve para o Kubuntu com KDE 4.10 ou OS/4 com KDE 4.11, apenas em 64 bits.

Deve servir também para outros derivados do Ubuntu que tenham KDE instalado, como Linux Mint KDE e Netrunner.

Baixe clicando no nome do pacote, abaixo:

Para instalar, usem o dpkg via terminal ou o gdebi-kde.

Whisker Menu no Xubuntu

Foi uma dica do usuário xerxeslins, publicada no VOL, que me levou a conhecer o whiskermenu-plugin, mas ela é voltada para o Fedora XFCE Spin e eu uso Xubuntu 12.04, com upgrade no XFCE para 4.10.

Se você não mexeu no seu XFCE do 12.04 (se não fez upgrade via PPA, como eu), poderá utilizar o PPA para o whiskermenu-plugin, assim:

sudo add-apt-repository ppa:gottcode/gcppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install xfce4-whiskermenu-plugin

Poderá utilizar o mesmo procedimento também para o Xubuntu 12.10 e 13.04.

Mas se você, como eu, usa o XFCE 4.10 no Xubuntu 12.04, baixe o pacote criado para o Linux Mint e instale, com o dpkg ou simplesmente com um duplo-clique no arquivo baixado. Link para os pacotes:

Baixar o pacote e instalar funciona também para o Xubuntu 12.10 e 13.04, pois ambos utilizam o XFCE 4.10, versão para a qual os pacotes dos links acima estão preparados.

Se você gostar do novo menu, deixe um comentário aqui.

Referências e “Sítios” de Interesse – GNU/Linux

O que é GNU/Linux?

O Ubuntu 13.10 está chegando

Este ano passou rápido e já estamos a cerca de um mês do lançamento do Ubuntu 13.10, também conhecido por “Saucy Salamander“, ou, em nosso idioma,”Salamandra Atrevida“.

Já estava na hora, então, de rodar um snapshot do novo Ubuntu, já que, desde 2006, nunca deixei de usar uma versão de pré-lançamento da minha distro “de trabalho”, que posso também chamar de “preferida”.

Baixada uma imagem do Ubuntu Daily Build, utilizei o UnetBootIn instalado  no Fedora 19 para criar um pendrive inicializável que, para minha surpresa, rodou quase tão rápido quanto meu Ubuntu 12.04.3 devidamente instalado.

Isso quer dizer que a promessa de um desempenho cada vez melhor do Unity vem sendo cumprida.

Abaixo, uma imagem do Ubuntu 13.10 rodando no meu netbook. Reparem que apenas o papel-de-parede padrão foi trocado, sendo o substituto um dos que já vêm com a nova versão.

Imagem

Easymp3gain-qt para KDE em Ubuntu e Debian

Primeiro, instale o pacote mp3gain e uma dependência, assim:

sudo apt-get install mp3gain libqt4pas5

Depois baixe os dois pacotes abaixo (são do repositório do Debian Sid, mas estão na minha pasta do Google Drive para facilitar as coisas):

Se você ainda usa um SO de 32 bits, baixe a versão correta do primeiro pacote, abaixo:

Depois de baixar, instale os dois pacotes (o pacote data serve para 32 e 64 bits, indistintamente). A instalação pelo terminal seria:

dpkg -i easy*.deb

Se preferir a instalação gráfica, via duplo-clique em cada pacote baixado, comece pelo easymp3gain-data, pois o easymp3gain-qt depende dele.

Agora você poderá abrir a GUI EasyMP3Gain pelo menu do seu KDE sem erros absurdos.

Esta dica deve funcionar no Kubuntu 12.04  ou superior (onde foi testada) e no Debian 7 ou superior.

Testei também no Unity do Ubuntu 12.04.3 e funcionou muito bem.

Dica de distribuição com KDE 4.11 – parte 2

Como já dito aqui, estou usando/testando o KDE 4.11 através do OS4 OpenLinux, que além de vir com o almejado DE, é derivado do Ubuntu 12.0.3 LTS (suporte até 2017, portanto) e tem acesso a todo o universo de PPAs que eu tanto aprecio.

Um desses PPAs é o do Kubuntu Backports, que traz as novidades do KDE e já tem a versão 4.11.1, que estou instalando neste momento.

Fica, então, reforçada a dica do título com a possibilidade de utilizar o KDE 4.11.1.

Imagem da Atualização - clique para ampliar
Imagem da Atualização (clique para ampliar)

 

Certificado Digital e-CPF no Ubuntu 12.04.3 LTS

Introdução:

O resultado pretendido: utilizar, para peticionar junto ao TJSP – Tribunal de Justiça de São Paulo, um Certificado Digital do tipo e-CPF, fornecido pela AASP – Associação dos Advogados de São Paulo, no Ubuntu 12.04.3 LTS, versões de 32 e 64 bits.

O resultado obtido: sucesso, ao menos junto ao TJSP, mas insucesso junto ao STJ – Superior Tribunal de Justiça, que não aceita GNU/Linux.

Vamos ao tutorial, então.

Passo 1:

Instale o Java “original”, o da Oracle, no seu Ubuntu.

(tutorial do meu blogue aqui)

Passo 2:

Instale os pacotes necessários:

sudo apt-get install libccid libengine-pkcs11-openssl libp11-2 libpcsc-perl opensc pcsc-tools pcscd openct

Adicione “seu-usuário” (“andre” é o meu; troque para o “seu”) ao grupo “scard”:

sudo adduser andre scard

Passo 3:

Rode, como usuário, o seguinte comando:

wget http://ludovic.rousseau.free.fr/softwares/pcsc-tools/smartcard_list.txt --output-document=/home/andre/.smartcard_list.txt

Passo 4:

Baixe o programa SafeSign para Linux,  clicando na versão para sua arquitetura:

– SafeSign 32 bits

Ou pelo terminal:

wget http://www.validcertificadora.com.br/upload/downloads/linux32bits/safesignidentityclient_3.0.77-Ubuntu_i386.deb

– SafeSign 64 bits

Ou:

wget http://www.validcertificadora.com.br/upload/downloads/linux64bits/safesignidentityclient_3.0.77-Ubuntu_amd64.deb

Instale o SafeSign com um duplo clique no arquivo baixado.

Passo 5:

Reinicie o sistema, plugue sua leitora de cartão e insira seu certificado.

Abra o programa “Tokenadmin” pela pesquisa do Unity. Seu certificado deverá aparecer na lista com o status “operacional“. Então, pelo menu do “Tokenadmin”: Integração > Instalar o Safesign no Firefox.

Passo 6:

Agora abra o Firefox e vá até o seguinte endereço:

http://www.iti.gov.br/index.php/icp-brasil/repositorio

e instale a “Atualização no Mozilla Firefox” (use os links “clique aqui” dos passos 1, 4 e 5, marcando as três opções).

Reinicie o Firefox e seu e-CPF deverá funcionar.