Baixando “wallpapers”

Passamos horas olhando para o papel de parede (“wallpaper”) do nosso notebook ou desktop, que deve ser agradável, no mínimo.

Portanto, vou dar aqui uma dica que já dei em outros lugares. Estou falando dos papéis de parede do site português Dementia.

Clicando no link acima, você será levado diretamente para a página de downloads do citado site e poderá baixar um ou mais pacotes temáticos de papeis de parede, ficando ciente de que há pacotes para todos os gostos.

Os temas vão de carros a datas especiais, como o Natal, o Réveillon e o Dia dos Namorados, que fora do Brasil é comemorado em fevereiro.

Aproveite!

Um celular Android ICS que dá para comprar

Eu, como outros cem milhões de brasileiros, utilizo um telefone celular para comunicação telefônica (o que é “óbvio”) e acesso a e-mail, dentre outras funções. Com efeito, o e-mail no celular facilita minha vida e eu o utilizo desde que comprei um Samsung Chat em 2010.

Para melhorar meu acesso à internet com a tecnologia 3G, troquei o Chat por um Motorola XT316, meu primeiro Android, no final de 2011, começo de 2012, e confesso  que gostei muito de poder acessar a internet quase como num computador pessoal,  limitado mais pela tela pequena do XT316 do que por outras circunstâncias.

O acesso à internet 3G no XT316 me fez querer mais, ou seja, querer um Android com uma “tela grande”, com boa resolução e que tivesse um preço razoável, pois sou “contra” pagar R$1.500,00 ou mais por um gadget que eu já “esqueci” algumas vezes, em lugares diversos, e não consegui recuperar em pelo menos duas ocasiões (quando o deixei num táxi  no Rio de Janeiro, onde passava o dia a trabalho, foi uma delas, já que lembrei do telefone quando já estava no avião de volta).

Depois de muito pesquisar encontrei um LG Optimus L7 por R$750,00 nas Lojas Americanas (a loja “real”, não a “virtual”), que comprei imediatamente.

O L7 não é um dos tops do mercado atual, mas conta com razoável espaço para aplicativos, uma boa tela  (4.3 polegadas e resolução de 800×480) para navegar na internet e uma câmera de 5 MP, com flash de LED. O processador de 1 GHZ single core não é nenhum velocista, mas dá conta do recado na maioria das tarefas.

Posso dizer que estou satisfeito com o custo x benefício do L7, sobretudo porque há notícia de que ele será oficialmente atualizado para o Jelly Bean.

Entretenimento (Linux + TV de tela grande)

Eu uso Linux para tudo, inclusive para ouvir música, assistir aos meus vídeos e ver minhas fotografias, seja no próprio computador, seja na minha TV da sala, que é grande e “burra” (eu a comprei há mais de dois anos, ou seja, bem antes das TVs ficarem “espertas”).

Ocorre que minha TV está ligada a um BDP-S580 da Sony, que, sendo mais “esperto”, é capaz de lidar com o protocolo DLNA e até mesmo de acessar a internet com um navegador próprio. Por conta disso, aprendi a usar DLNA no Linux, descobrindo que a melhor opção para isso é o PS3 Media Server, sobre o qual escrevi uma dica no VOL.

Mas para aqueles que não tem o DLNA como opção, a solução, ao menos para os vídeos e músicas, pode estar em utilizar a saída VGA (ou a HDMI, se disponível) de seus notebooks (ou desktops, se for o caso), ligando-os a uma televisão de LCD, LED ou Plasma, já que, desde os primeiros modelos lançados, esses aparelhos contam com uma entrada VGA.

A parte chata desse quebra-galho, que é a ausência de um controle remoto, pode ser suprida por um smartphone ou tablet Android, pois há pelo menos um app de controle remoto que funcionou perfeitamente com  o VLC instalado no meu notebook Ubuntu (o que importa, aqui, é ter o VLC instalado, pois o app funciona com ele no Linux em geral, no Windows ou no Mac).

O app em questão chama-se VLC Remote Free (gratuito e sem anúncios) e pode ser encontrado facilmente na Play Store, sendo um pouco complicada, ao menos no Linux, a configuração do “diálogo” entre o computador e o Android.

Para configurar no Windows, há um assistente, que pode ser baixado no site do desenvolvedor.

Quanto à configuração no Mac, ou seja, no OS-X, não tenho esse SO aqui e não posso ajudar.

Já para configurar no Linux, forneço um roteiro abaixo porque, como adiantado acima, dá um pouco de trabalho.

Em primeiro lugar, rode um ifconfig e identifique o IP do seu notebook. No meu caso, é 192.168.0.109, para wlan0, ou seja, para minha conexão sem fio.

Descoberto o IP, você deve adicioná-lo ao app, clicando em adicionar computador (veja imagem abaixo) e depois em add manually. Na tela de adição, o nome remoto pode ser o da sua máquina (não é obrigatório) e o endereço remoto será o IP local obtido no passo anterior (192.168.0.109, para wlan0, no meu caso).

imagem-app
(clique para ampliar)

A configuração no app está pronta, restando configurar o VLC no computador. Para isso,  abra-o e clique em Ferramentas > Preferências.

Agora, no canto inferior esquerdo, há duas opções de exibição das configurações: Simplificado, que deve estar marcado, e Detalhado, que você deverá marcar para revelar outras opções. E nessas outras opções você navega até a chave Interface e clica na subchave Interfaces principais, marcando web (http), como na imagem seguinte:

imagem-vlc
(clique para ampliar)

Quase pronto! Falta apenas editar o arquivo de hosts do VLC para que o Android seja autorizado a controlá-lo remotamente. Para isso, rode:

cd /usr/share/vlc/lua/http/
sudo gedit .hosts

(use o root se não puder usar sudo)

No arquivo aberto, desmarque (remova as tralhas, ou os “#” da frente das linhas) tudo que está abaixo de # private addresses, deixando o arquivo assim:

#
# Access-list for VLC HTTP interface
# $Id$
#

# localhost
::1
127.0.0.1

# link-local addresses
#fe80::/64

# private addresses
fc00::/7
fec0::/10
10.0.0.0/8
172.16.0.0/12
192.168.0.0/16
169.254.0.0/16

# The world (uncommenting these 2 lines is not quite safe)
#::/0
#0.0.0.0/0

Salve, feche e reinicie o VLC, reiniciando também o VLCRemFree no Android.

Pronto! Agora seu Android controla o VLC, que você pode utilizar para assistir aos seus filmes e ouvir suas músicas “à distância”, com todo o conforto que um controle remoto proporciona.

Mais um Debian “tunado”

Baseado no Debian Squeeze, 6.0.x, com Gnome 2 em estilo “tradicional”, mas com uma “arte” mais caprichada.

Além disso, já vem com aquilo que todos os usuários devem instalar para uso diário: codecs, Adobe Flash, Java etc.

Trata-se do SnowLinux 3.1 “Crystall”.

E se você tem espírito aventureiro e gosta de modernidade, pode partir para o Snowlinux 4 “Glacier”, baseado no futuro Debian 7, ou Wheezy.

O “Glacier” pode vir com Mate, uma “continuação” (fork) do Gnome 2, Cinnamon, um shell alternativo para o Gnone 3, com um “jeitão” mais tradicional, XFCE ou E17.

Concluindo, se você quer experimentar o Debian, mas lhe falta coragem para começar com um SO “cru”, o SnowLinux pode ser uma boa opção.

Você compraria um telefone Ubuntu?

Já está para ser lançada, se é que ainda não foi, a primeira prévia do Ubuntu para telefones, que dizem poderá ser testada nos Galaxy Nexus, que são Androids de “primeira linha”.

Supondo que o Ubuntu funcione a contento, e isso deve acontecer quando chegarmos ao final do processo de desenvolvimento, a  ideia que me vem à cabeça é que ele será um SO móvel para poucos, ao menos em nosso Brasil, já que estréia em hardware de ponta, encontrado nos Androids mais caros.

E se é para pagar caro num produto novo por conta do hardware exigido para utilizá-lo, melhor comprar algo que já está no mercado faz tempo, como o próprio Android e o iOS/iPhone, até porque milhares de apps disponíveis para esses sistemas são um sério argumento de venda.

Não sou especialista em marketing, mas acho que a Canonical será obrigada a oferecer uma certa vantagem para convencer os consumidores, e essa vantagem deve ser a possibilidade de utilizar o Ubuntu em telefones com hardware simples e, por isso mesmo, mais baratos.

Novo SolusOS Eveline 1.3

Foi lançado em 23 último o SolusOS 1.3 Eveline.

Em tradução livre do anúncio de lançamento, destaco que a versão 1.3 é uma versão de manutenção, contendo cerca de 300 MB de updates posteriores à versão 1.2, disponível nas arquiteturas x86 (32 bits), x86 com PAE (para quem quer usar 32 bits, mas tem 4 GB de RAM ou mais) e amd64 (64 bits).

Resumindo, instalando o SolusOS 1.3 “hoje”, você terá um sistema totalmente atualizado, mas isso não significa que você não possa instalar o 1.2, 1.1 ou mesmo o 1.0 e atualizar qualquer um deles via aptitude, apt-get ou Synaptic. Ao contrário, caso seu SolusOS 1.x anteriormente instalado esteja atualizado, você já tem o SolusOS 1.3.

Sendo baseado no Debian Squeeze, o atual Debian 6.0.7 (a última versão estável lançada pelo maior projeto de software livre do mundo), o SolusOS é realmente confiável e tem a vantagem de trazer tudo aquilo que gostamos e precisamos (codecs, Adobe Flash, fontes etc.) já instalado, facilitando a vida de iniciantes e iniciados.

Já recomendei o SolusOS 1.x aqui e o faço novamente, sobretudo para aqueles que têm máquinas com alguns anos de uso e querem um SO com uma “cara” ao mesmo tempo moderna e “conhecida”.

LXDE, Compiz e Emerald: combinação interessante

Tenho instalado aqui, num core2duo com quatro anos de bons serviços prestados, o Ubuntu 12.10 Gnome Remix, ou seja, sem o Unity e com o Gnome Shell.

Funciona bem, mas não é rápido como eu gostaria que fosse, razão pela qual comecei a ‘experimentar’ com ele, ou ‘nele’.

Minha primeira experiência foi instalar o XFCE 4.10, que provou ser mais rápido que o Gnome Shell, mas por pouco, muito pouco.

Não satisfeito com essa pequena diferença, resolvi instalar o LXDE e gostei bastante do resultado, mesmo utilizando Compiz para ter efeitos (adoro poder jogar as janelas para o lado e dividir a tela entre duas delas) e o Emerald, compilado por mim (disponibilizei os pacotes aqui, no blog), para ter janelas decoradas com algo mais bonito e ‘moderno’ que o OpenBox.

Resumindo e encerrando, LXDE, melhorado com Compiz e Emerald, provou ser uma solução bonita e rápida para um desktop de trabalho.

Android ICS (4.0.x) no Ubuntu 12.x

Além dos programas para gerenciar o Android via rede sem fio, geralmente através do protocolo FTP, há uma maneira de utilizar seu Ice Cream Sandwich  pelo bom e velho cabo (mini) USB.

Vamos a ela?

Você vai precisar adicionar um PPA e instalar dois pacotes:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/unstable
sudo apt-get update
sudo apt-get install go-mtpfs go-mtpfs-unity

Caso o Synaptic esteja instalado no seu Ubuntu, ele será atualizado pelo PPA acima para incluir o GTK3 (aqui, pelo menos, o Synaptic continuou funcionando normalmente). Portanto, não se assuste com o unstable, já que há naquele PPA apenas o Synaptic-GTK3 e os pacotes do go-mtpfs que serão instalados.

Quem usa o Unity deve buscar no Dash por ‘Mount Android’ e adicionar o respectivo ícone ao lançador. Estando no lançador, clique com o direito do mouse nele (o ícone do robozinho) e escolha montar ou desmontar o MyAndroid.

Quem não usa o Ubuntu padrão pode colocar o  ‘Mount Android’ numa das docks que suportam as ‘listas rápidas’ do Unity, ou seja, numa em que clicar nele com o direito do mouse faça surgir a lista de opções (com montar e desmontar).

Mas se você não usa o Unity e também não usa uma  dock, faça como eu:

a) crie dois scripts em /usr/local/bin, como abaixo:

– Primeiro:

sudo nano /usr/local/bin/android-on

contendo o texto:

#!/bin/bash
go-mtpfs /media/MyAndroid

– Segundo:

sudo nano /usr/local/bin/android-off

contendo o texto:

#!/bin/bash
fusermount -u /media/MyAndroid

b) dê permissão de execução aos scripts:

sudo chmod +x /usr/local/bin/android-off
sudo chmod +x /usr/local/bin/android-on

c) plugue seu dispositivo Android e use o diálogo de execução (Alt + F2) para montá-lo (android-on) e desmontá-lo (android-off), já que o Gerenciador de Arquivos não consegue fazer nem uma, nem outra dessas ações.

Após montar o dispositivo, ele poderá ser acessado pelo Gerenciador de Arquivos, tanto para a memória interna quanto para o cartão de expansão.

Dica adaptada a partir de HOW TO PROPERLY MOUNT ANDROID 4.0+ DEVICES IN UBUNTU USING GO-MTPFS.

Multimídia no Fedora 18 (processo manual)

Há ferramentas que automatizam esse processo, como o Easylife e o Fedora Utils, mas é sempre bom saber o que elas fazem.

E o que elas fazem é basicamente o que faremos agora, pela ordem abaixo.

1) Adicionando o repositório Livna para reprodução de DVD comercial (rode como ‘root’):

rpm -ivh http://rpm.livna.org/livna-release.rpm
sudo rpm --import /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-livna

2) Adicionando o repositório do Adobe Flash (rode como ‘root’):

2.1) Adobe 32-bit x86:

rpm -ivh http://linuxdownload.adobe.com/adobe-release/adobe-release-i386-1.0-1.noarch.rpm
rpm --import /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-adobe-linux

2.2) Adobe 64-bit x86_64:

rpm -ivh http://linuxdownload.adobe.com/adobe-release/adobe-release-x86_64-1.0-1.noarch.rpm
rpm --import /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-adobe-linux

3) Adicionando os repositórios RPM Fusion (comando em linha única):

su -c 'yum localinstall --nogpgcheck http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-18.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-18.noarch.rpm'

4) Instale as Aplicações Multimídia (rode como ‘root’):

yum -y install lsdvd libdvdnav libdvdread ffmpeg gstreamer-ffmpeg gstreamer-plugins-bad gstreamer-plugins-bad-extras gstreamer-plugins-ugly libdvdcss flash-plugin

Pronto! Já há suporte para os principais formatos utilizados para áudio e vídeo no seu Fedora 18.